É à literatura, como linguagem e como
instituição, que se confiam os diferentes imaginários, as diferentes
sensibilidades, valores e comportamentos através dos quais uma sociedade
expressa e discute,simbolicamente, seus impasses, seus desejos, suas utopias.
Por isso a literatura é importante no currículo escolar: o cidadão, para
exercer,plenamente sua cidadania, precisa apossar-se da linguagem literária,alfabetizar-se
nela, tornar-se seu usuário competente, mesmo que nunca vá escrever um livro:
mas porque precisa ler muitos. (LAJOLO, 2008,p.106)
A Literatura deve fazer parte da rotina de crianças, jovens e adultos em qualquer hora ou lugar. Por meio dela podemos ir para qualquer lugar, mágico ou real, basta usar a imaginação! Aqui nesse espaço você encontra dicas de livros infantis, aulas de literatura Infantil e muita leitura!
quarta-feira, 22 de maio de 2013
A literatura Infantil em cada Faixa Etária
É no encontro com qualquer forma de Literatura que os homens têm a oportunidade de ampliar, transformar ou enriquecer sua própria experiência de vida. Nesse sentido, a Literatura apresenta-se não só como veículo de manifestação de cultura, mas também de ideologias.
A Literatura Infantil, por iniciar o homem no mundo literário, deve ser utilizada como instrumento para a sensibilização da consciência, para a expansão da capacidade e interesse de analisar o mundo. Sendo fundamental mostrar que a literatura deve ser encarada, sempre, de modo global e complexo em sua ambigüidade e pluralidade.
Até bem pouco tempo, em nosso século, a Literatura Infantil era considerada como um gênero secundário, e vista pelo adulto como algo pueril (nivelada ao brinquedo) ou útil (forma de entretenimento). A valorização da Literatura Infantil, como formadora de consciência dentro da vida cultural das sociedades, é bem recente.
Para investir na relação entre a interpretação do texto literário e a realidade, não há melhor sugestão do que obras infantis que abordem questões de nosso tempo e problemas universais, inerentes ao ser humano. "Infantilizar" as crianças não cria cidadãos capazes de interferir na organização de uma sociedade mais consciente e democrática.
Fases normais no desenvolvimento da criança na literature Infatil
O caminho para a redescoberta da Literatura Infantil, em nosso século, foi aberto pela Psicologia Experimental que, revelando a Inteligência como um elemento estruturador do universo que cada indivíduo constrói dentro de si, chama a atenção para os diferentes estágios de seu desenvolvimento (da infância à adolescência) e sua importância fundamental para a evolução e formação da personalidade do futuro adulto. A sucessão das fases evolutivas da inteligência (ou estruturas mentais) é constante e igual para todos. As idades correspondentes a cada uma delas podem mudar, dependendo da criança, ou do meio em que ela vive.
Primeira Infância: Movimento X Atividade (15/17 meses aos 3 anos)
v Maturação, início do desenvolvimento mental;
v Fase da invenção da mão - reconhecimento da realidade pelo tato;
v Descoberta de si mesmo e dos outros;
v Necessidade grande de contatos afetivos;
v Explora o mundo dos sentidos;
v Descoberta das formas concretas e dos seres;
v Conquista da linguagem;
v Nomeação de objetos e coisas - atribui vida aos objetos;
v Começa a formar sua auto-imagem, de acordo com o que o adulto diz que ela é, assimilando, sem questionamento, o que lhe é dito;
v Egocentrismo, jogo simbólico;
v Reconhece e nomeia partes do corpo;
v Forma frases completas;
v Nomeia o que desenha e constrói;
v Imita, principalmente, o adulto.
Segunda Infância: Fantasia e Imaginação (dos 3 aos 6 anos)
v Fase lúdica e predomínio do pensamento mágico;
v Aumenta, rapidamente, seu vocabulário;
v Faz muitas perguntas. Quer saber "como" e "por quê ?";
v Egocentrismo - narcisismo;
v Não diferenciação entre a realidade externa e os produtos da fantasia infantil;
v Desenvolvimento do sentido do "eu";
v Tem mais noção de limites (meu/teu/nosso/certo/errado);
v Tempo não tem significação - não há passado nem futuro, a vida é o momento presente;
v Muitas imagens ainda completando, ou sugerindo os textos;
v Textos curtos e elucidativos;
v Consolidação da linguagem, onde as palavras devem corresponder às figuras;
v Para Piaget, etapa animista, pois todas as coisas são dotadas de vida e vontade;
v O elemento maravilhoso começa a despertar interesse na criança.
Dos 6 aos 6 anos e 11 meses, aproximadamente
Interesse por ler e escrever. A atenção da criança esta voltada para o significado das coisas;
O egocentrismo está diminuindo. Já inclui outras pessoas no seu universo;
Seu pensamento está se tornando estável e lógico, mas ainda não é capaz de compreender idéias totalmente abstratas; Só consegue raciocinar a partir do concreto; Começa a agir cooperativamente; Textos mais longos, mas as imagens ainda devem predominar sobre o texto;
O elemento maravilhoso exerce um grande fascínio sobre a criança.
Histórias para crianças (faixa etária / áreas de interesse / materiais / livros)
1 a 2 anos
A criança, nessa faixa etária, prende-se ao movimento, ao tom de voz, e não ao conteúdo do que é contado. Ela presta atenção ao movimento de fantoches e a objetos que conversam com ela. As histórias devem ser rápidas e curtas. O ideal é inventá-las na hora. Os livros de pano, madeira e plástico, também prendem a atenção. Devem ter, somente, uma gravura em cada página, mostrando coisas simples e atrativas visualmente. Nesta fase, há uma grande necessidade de pegar a história, segurar o fantoche, agarrar o livro, etc..
2 a 3 anos
Nessa fase, as histórias ainda devem ser rápidas, com pouco texto de um enredo simples e vivo, poucos personagens, aproximando-se, ao máximo, das vivências da criança. Devem ser contadas com muito ritmo e entonação. Tem grande interesse por histórias de bichinhos, brinquedos e seres da natureza humanizados. Identifica-se, facilmente, com todos eles. Prendem-se a gravuras grandes e com poucos detalhes. Os fantoches continuam sendo o material mais adequado. A música exerce um grande fascínio sobre ela. A criança acredita que tudo ao seu redor tem vida e vivência, por isso, a história transforma-se em algo real, como se estivesse acontecendo mesmo.
3 a 6 anos
Os livros adequados a essa fase devem propor "vivências radicadas" no cotidiano familiar da criança e apresentar determinadas características estilísticas.
Predomínio absoluto da imagem, (gravuras, ilustrações, desenhos, etc.), sem texto escrito, ou com textos brevíssimos, que podem ser lidos, ou dramatizados pelo adulto, a fim de que a criança perceba a inter-relação existente entre o "mundo real", que a cerca, e o "mundo da palavra", que nomeia o real. É a nomeação das coisas que leva a criança a um convívio inteligente, afetivo e profundo com a realidade circundante.
As imagens devem sugerir uma situação que seja significativa para a criança, ou que lhe seja, de alguma forma, atraente. A graça, o humor, um certo clima de expectativa, ou mistério são fatores essenciais nos livros para o pré-leitor.
As crianças, nessa fase, gostam de ouvir a história várias vezes. É a fase de "conte outra vez".
Histórias com dobraduras simples, que a criança possa acompanhar, também exercem grande fascínio. Outro recurso é a transformação do contador de histórias com roupas e objetos característicos. A criança acredita, realmente, que o contador de histórias se transformou no personagem ao colocar uma máscara, chapéu, capa, etc..
Podemos enriquecer a base de experiências da criança, variando o material que lhe é oferecido. Materiais como massa de modelar e argila atraem a criança para novas experimentações. Por exemplo, a história do "Bonequinho Doce" sugere a confecção de um bonequinho de massa, e a história da "Galinha Ruiva" pode sugerir amassar e assar um pão.
Assim como as histórias infantis, os contos de fadas têm um determinado momento para serem introduzidos no desenvolvimento da criança, variando de acordo com o grau de complexidade de cada história.
Os contos de fadas, tais como: "O Lobo e os Sete Cabritinhos", "Os Três Porquinhos", "Cachinhos de Ouro", "A Galinha Ruiva" e "O Patinho Feio" apresentam uma estrutura bastante simples e têm poucos personagens, sendo adequados à crianças entre 3 e 4 anos. Enquanto, "Chapeuzinho Vermelho", "O Soldadinho de Chumbo" (conto de Andersen), "Pedro e o Lobo", "João e Maria", "Mindinha" e o "Pequeno Polegar" são adequados a crianças entre 4 e 6 anos.
6 anos a 6 anos e 11 meses
Os contos de fadas citados na fase anterior ainda exercem fascínio nessa fase. "Branca de Neve e os Sete Anões", "Cinderela", "A Bela Adormecida", "João e o Pé de Feijão", "Pinóquio" e "O Gato de Botas" podem ser contadas com poucos detalhes.
Resumo:
Faixa etária
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Textos
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Ilustrações
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Materiais
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1 a 2 anos
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As histórias devem ser rápidas e curtas
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Uma gravura em cada página, mostrando coisas simples e atrativas visualmente
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Livros de pano, madeira, e plástico. É recomendado o uso de fantoches
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2 a 3 anos
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As histórias devem ser rápidas, com pouco texto de um enredo simples e vivo, poucos personagens, aproximando-se, ao máximo das vivências da criança
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Gravuras grandes e com poucos detalhes
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Os fantoches continuam sendo o material mais adequado. Música também exerce um grande fascínio sobre a criança
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3 a 6 anos
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Os livros adequados a essa fase devem propor vivências radicadas no cotidiano familiar da criança.
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Predomínio absoluto da imagem, sem texto escrito ou com textos brevíssimos.
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Livros com dobraduras simples. Outro recurso é a transformação do contador de histórias com roupas e objetos característicos. A criança acredita, realmente, que o contador de histórias se transformou no personagem ao colocar uma máscara.
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6 ou 7 anos (fase de alfabetização)
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Trabalho com figuras de linguagem que explorem o som das palavras. Estruturas frasais mais simples sem longas construções. Ampliação das temáticas com personagens inseridas na coletividade, favorecendo a socialização, sobretudo na escola.
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Ilustração deve integrar-se ao texto a fim de instigar o interesse pela leitura. Uso de letras ilustradas, palavras com estrutura dimensiva diferenciada e explorando caráter pictórico.
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Excelente momento para inserir poesia, pois brinca com palavras, sílabas, sons. Apoio de instrumentos musicais ou outros objetos que produzam sons. Materiais como massinha, tintas, lápis de cor ou cera podem ser usados para ilustrar textos.
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sexta-feira, 10 de maio de 2013
Escritores
João Guimarães Rosa: Foi um escritor mineiro nascido na cidade de Cordisburgo em 27 de junho de 1908. Morreu aos 59 anos em 1967. Além de escritor também foi médico e diplomata. Seus contos e romances tem como tema e atmosfera central o sertão brasileiro, os acontecimentos e peripécias de seus personagens neste ambiente. O autor é conhecido especialmente pela inovação da linguagem, criando palavras novas através de palavras já existentes, transformando a linguagem popular em linguagem poética e reveladora. Sua grande obra é Grande Sertão Veredas. Escreveu também outras obras importantes, como Sagarana, Primeiras Estórias, Corpo de baile.

Machado de Assis: Foi um escritor carioca nascido a 21 de junho de 1839. Morreu aos 69 anos em 29 de setembro de 1908. É considerado por muitos o maior escritor da literatura brasileira, tendo transitado por vários gêneros, como romances, contos, poesia, crônicas, reportagens, dramas e crítica literária. Nasceu em uma família pobre, tendo frequentado escolas públicas e nunca cursou uma universidade. É o pai da literatura realista no Brasil, sendo suas principais obras: Memórias Póstumas de Brás Cubas, Quincas Borba, Dom Casmurro, Esaú e Jacó.

Clarice Lispector: É certamente a escritora de literatura brasileira mais lida entre nós. Clarice nasceu na Ucrânia em 10 de dezembro de 1920 e veio ao Brasil logo em seguida, sendo naturalizada brasileira. Morreu aos 56 anos em 9 de dezembro de 1977. Sua obra se constitui de romances e contos, além de ter escrito artigos de jornal em colunas femininas e poucos livros infantis. Sua literatura é de caráter existencial, introspectivo e filosófico, mostrando com maestria o lado misterioso das coisas mais simples e do cotidiano. Suas principais obras são: Perto do Coração Selvagem (1944), A Paixão segundo G.H. (1964), Uma Aprendizagem ou o Livro dos Prazeres (1969), Água Viva (1973), A Hora da Estrela (1977), Laços de Família (1960).

Carlos Drummond de Andrade: Foi um poeta mineiro, nascido em Itabira em 31 de outubro de 1902. Faleceu aos 84 anos em 1987. É considerado um dos maiores poetas da literatura brasileira e construiu extensa obra ao longo dos anos de vida. Ficou conhecido pela sua pacata vida de funcionário público, que se colocou em contraste com o poder de sua poesia. Drummond está ao lado dos modernistas, que reivindicaram na poesia os versos livres, sem metro fixo definido e com temática cotidiana. Sua poesia circula entre os temas sociais, existenciais e metafísicos, marcados por uma fina ironia. Quem nunca escutou o verso “E agora José?”. Suas poemas mais conhecidos são os seguintes: Alguma Poesia (1930), Sentimento do Mundo (1940), José (1942), A Rosa do Povo (1945), Claro Enigma (1951), Fazendeiro do ar (1954), Quadrilha (1954), Viola de Bolso (1955), Lição de Coisas (1964), Boitempo (1968), A falta que ama (1968), Nudez (1968), As Impurezas do Branco (1973), Menino Antigo (Boitempo II) (1973), A Visita (1977), Discurso de Primavera (1977), Algumas Sombras (1977).
Monteiro Lobato: Nasceu em Taubaté (SP) em 18 de abril de 1882 e faleceu aos 66 anos em 4 de julho de 1948. É conhecido pela sua extensa obra “Sítio do Pica-pau amarelo”, sucesso da literatura infantil que se transformou em série de TV. Monteiro Lobato foi lido por várias gerações e continua sendo o maior escritor de literatura infantil. De 1921 a 1947 escreveu a coleção do Sítio do Pica-pau amarelo, composta de 23 volumes. Nesta coleção os livros mais conhecidos são: Reinações de Narizinho, Caçadas de Pedrinho e Emília no país da gramática.

Guimarães Rosa
Machado de Assis: Foi um escritor carioca nascido a 21 de junho de 1839. Morreu aos 69 anos em 29 de setembro de 1908. É considerado por muitos o maior escritor da literatura brasileira, tendo transitado por vários gêneros, como romances, contos, poesia, crônicas, reportagens, dramas e crítica literária. Nasceu em uma família pobre, tendo frequentado escolas públicas e nunca cursou uma universidade. É o pai da literatura realista no Brasil, sendo suas principais obras: Memórias Póstumas de Brás Cubas, Quincas Borba, Dom Casmurro, Esaú e Jacó.
Machado de Assis
Clarice Lispector:
Clarice Lispector
Carlos Drummond de Andrade: Foi um poeta mineiro, nascido em Itabira em 31 de outubro de 1902. Faleceu aos 84 anos em 1987. É considerado um dos maiores poetas da literatura brasileira e construiu extensa obra ao longo dos anos de vida. Ficou conhecido pela sua pacata vida de funcionário público, que se colocou em contraste com o poder de sua poesia. Drummond está ao lado dos modernistas, que reivindicaram na poesia os versos livres, sem metro fixo definido e com temática cotidiana. Sua poesia circula entre os temas sociais, existenciais e metafísicos, marcados por uma fina ironia. Quem nunca escutou o verso “E agora José?”. Suas poemas mais conhecidos são os seguintes: Alguma Poesia (1930), Sentimento do Mundo (1940), José (1942), A Rosa do Povo (1945), Claro Enigma (1951), Fazendeiro do ar (1954), Quadrilha (1954), Viola de Bolso (1955), Lição de Coisas (1964), Boitempo (1968), A falta que ama (1968), Nudez (1968), As Impurezas do Branco (1973), Menino Antigo (Boitempo II) (1973), A Visita (1977), Discurso de Primavera (1977), Algumas Sombras (1977).
Carlos Drummond de Andrade
Monteiro Lobato: Nasceu em Taubaté (SP) em 18 de abril de 1882 e faleceu aos 66 anos em 4 de julho de 1948. É conhecido pela sua extensa obra “Sítio do Pica-pau amarelo”, sucesso da literatura infantil que se transformou em série de TV. Monteiro Lobato foi lido por várias gerações e continua sendo o maior escritor de literatura infantil. De 1921 a 1947 escreveu a coleção do Sítio do Pica-pau amarelo, composta de 23 volumes. Nesta coleção os livros mais conhecidos são: Reinações de Narizinho, Caçadas de Pedrinho e Emília no país da gramática.
Monteiro Lobato
Origens da Literatura Brasileira
A literatura brasileira nasceu do encontro de vários fatores, fatores esses políticos, ideológicos e históricos. Para que a literatura brasileira se firmasse ocorreu uma quebra de paradigmas. Rupturas foram feitas como forma de consciência do passado histórico do país. Porém, antes disso, a Carta de Pero Vaz de Caminha representou um marco na literatura feita no Brasil. Através dessa carta houveram as primeiras impressões sobre o país. Até 1627 a literatura era chamada de Literatura de Informação. Nesse tipo de literatura havia a descrição da vida dos índios e seus costumes. A tônica da literatura informativa era a preocupação com o ouro e pedras preciosas encontradas no país. A literatura feita pelos jesuítas também foi signficativa. Houve uma análise mais perpicaz e crítica da realidade brasileira. Anchieta foi um deles. Poeta e dramaturgo se importa em fazer estudos literários. Usava em suas obras o português e o tupi. Já vemos na carreira literária de Gil Vicente o primeiro documento do teatro português. Os autos de Anchieta aqui no Brasil mostravam de forma alegórica e histórica as cenas brasileiras. No século XVII houve um crescimento da historiografia no Brasil surgindo poetas e estudiosos sobre áreas geográficas do país. Houve assim uma valorização do caráter informativo e referencial se baseando ainda na presença da cultura européia no Brasil.
Fonte: http://pt.shvoong.com/humanities/243760-origens-da-literatura-brasileira/#ixzz2SwDQUU6U
A literatura brasileira nasceu do encontro de vários fatores, fatores esses políticos, ideológicos e históricos. Para que a literatura brasileira se firmasse ocorreu uma quebra de paradigmas. Rupturas foram feitas como forma de consciência do passado histórico do país. Porém, antes disso, a Carta de Pero Vaz de Caminha representou um marco na literatura feita no Brasil. Através dessa carta houveram as primeiras impressões sobre o país. Até 1627 a literatura era chamada de Literatura de Informação. Nesse tipo de literatura havia a descrição da vida dos índios e seus costumes. A tônica da literatura informativa era a preocupação com o ouro e pedras preciosas encontradas no país. A literatura feita pelos jesuítas também foi signficativa. Houve uma análise mais perpicaz e crítica da realidade brasileira. Anchieta foi um deles. Poeta e dramaturgo se importa em fazer estudos literários. Usava em suas obras o português e o tupi. Já vemos na carreira literária de Gil Vicente o primeiro documento do teatro português. Os autos de Anchieta aqui no Brasil mostravam de forma alegórica e histórica as cenas brasileiras. No século XVII houve um crescimento da historiografia no Brasil surgindo poetas e estudiosos sobre áreas geográficas do país. Houve assim uma valorização do caráter informativo e referencial se baseando ainda na presença da cultura européia no Brasil.
Fonte: http://pt.shvoong.com/humanities/243760-origens-da-literatura-brasileira/#ixzz2SwDQUU6U
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