quarta-feira, 22 de maio de 2013


É à literatura, como linguagem e como instituição, que se confiam os diferentes imaginários, as diferentes sensibilidades, valores e comportamentos através dos quais uma sociedade expressa e discute,simbolicamente, seus impasses, seus desejos, suas utopias. Por isso a literatura é importante no currículo escolar: o cidadão, para exercer,plenamente sua cidadania, precisa apossar-se da linguagem literária,alfabetizar-se nela, tornar-se seu usuário competente, mesmo que nunca vá escrever um livro: mas porque precisa ler muitos. (LAJOLO, 2008,p.106)

A literatura Infantil em cada Faixa Etária


 
 
 
 
              As histórias infantis como forma de consciência de mundo

É no encontro com qualquer forma de Literatura que os homens têm a oportunidade de ampliar, transformar ou enriquecer sua própria experiência de vida. Nesse sentido, a Literatura apresenta-se não só como veículo de manifestação de cultura, mas também de ideologias.
A Literatura Infantil, por iniciar o homem no mundo literário, deve ser utilizada como instrumento para a sensibilização da consciência, para a expansão da capacidade e interesse de analisar o mundo. Sendo fundamental mostrar que a literatura deve ser encarada, sempre, de modo global e complexo em sua ambigüidade e pluralidade.
Até bem pouco tempo, em nosso século, a Literatura Infantil era considerada como um gênero secundário, e vista pelo adulto como algo pueril (nivelada ao brinquedo) ou útil (forma de entretenimento). A valorização da Literatura Infantil, como formadora de consciência dentro da vida cultural das sociedades, é bem recente.
Para investir na relação entre a interpretação do texto literário e a realidade, não há melhor sugestão do que obras infantis que abordem questões de nosso tempo e problemas universais, inerentes ao ser humano. "Infantilizar" as crianças não cria cidadãos capazes de interferir na organização de uma sociedade mais consciente e democrática.

Fases normais no desenvolvimento da criança na literature Infatil

O caminho para a redescoberta da Literatura Infantil, em nosso século, foi aberto pela Psicologia Experimental que, revelando a Inteligência como um elemento estruturador do universo que cada indivíduo constrói dentro de si, chama a atenção para os diferentes estágios de seu desenvolvimento (da infância à adolescência) e sua importância fundamental para a evolução e formação da personalidade do futuro adulto. A sucessão das fases evolutivas da inteligência (ou estruturas mentais) é constante e igual para todos. As idades correspondentes a cada uma delas podem mudar, dependendo da criança, ou do meio em que ela vive.

Primeira Infância: Movimento X Atividade (15/17 meses aos 3 anos)

v Maturação, início do desenvolvimento mental;
v Fase da invenção da mão - reconhecimento da realidade pelo tato;
v Descoberta de si mesmo e dos outros;
v Necessidade grande de contatos afetivos;
v Explora o mundo dos sentidos;
v Descoberta das formas concretas e dos seres;
v Conquista da linguagem;
v Nomeação de objetos e coisas - atribui vida aos objetos;
v Começa a formar sua auto-imagem, de acordo com o que o adulto diz que ela é, assimilando, sem questionamento, o que lhe é dito;
v Egocentrismo, jogo simbólico;
v Reconhece e nomeia partes do corpo;
v Forma frases completas;
v Nomeia o que desenha e constrói;
v Imita, principalmente, o adulto.

Segunda Infância: Fantasia e Imaginação (dos 3 aos 6 anos)

v Fase lúdica e predomínio do pensamento mágico;
v Aumenta, rapidamente, seu vocabulário;
v Faz muitas perguntas. Quer saber "como" e "por quê ?";
v Egocentrismo - narcisismo;
v Não diferenciação entre a realidade externa e os produtos da fantasia infantil;
v Desenvolvimento do sentido do "eu";
v Tem mais noção de limites (meu/teu/nosso/certo/errado);
v Tempo não tem significação - não há passado nem futuro, a vida é o momento presente;
v Muitas imagens ainda completando, ou sugerindo os textos;
v Textos curtos e elucidativos;
v Consolidação da linguagem, onde as palavras devem corresponder às figuras;
v Para Piaget, etapa animista, pois todas as coisas são dotadas de vida e vontade;
v O elemento maravilhoso começa a despertar interesse na criança.

Dos 6 aos 6 anos e 11 meses, aproximadamente

Interesse por ler e escrever. A atenção da criança esta voltada para o significado das coisas;
O egocentrismo está diminuindo. Já inclui outras pessoas no seu universo;
Seu pensamento está se tornando estável e lógico, mas ainda não é capaz de compreender idéias totalmente abstratas; Só consegue raciocinar a partir do concreto; Começa a agir cooperativamente; Textos mais longos, mas as imagens ainda devem predominar sobre o texto;

O elemento maravilhoso exerce um grande fascínio sobre a criança.
Histórias para crianças (faixa etária / áreas de interesse / materiais / livros)

1 a 2 anos
A criança, nessa faixa etária, prende-se ao movimento, ao tom de voz, e não ao conteúdo do que é contado. Ela presta atenção ao movimento de fantoches e a objetos que conversam com ela. As histórias devem ser rápidas e curtas. O ideal é inventá-las na hora. Os livros de pano, madeira e plástico, também prendem a atenção. Devem ter, somente, uma gravura em cada página, mostrando coisas simples e atrativas visualmente. Nesta fase, há uma grande necessidade de pegar a história, segurar o fantoche, agarrar o livro, etc..

2 a 3 anos
Nessa fase, as histórias ainda devem ser rápidas, com pouco texto de um enredo simples e vivo, poucos personagens, aproximando-se, ao máximo, das vivências da criança. Devem ser contadas com muito ritmo e entonação. Tem grande interesse por histórias de bichinhos, brinquedos e seres da natureza humanizados. Identifica-se, facilmente, com todos eles. Prendem-se a gravuras grandes e com poucos detalhes. Os fantoches continuam sendo o material mais adequado. A música exerce um grande fascínio sobre ela. A criança acredita que tudo ao seu redor tem vida e vivência, por isso, a história transforma-se em algo real, como se estivesse acontecendo mesmo.

3 a 6 anos
Os livros adequados a essa fase devem propor "vivências radicadas" no cotidiano familiar da criança e apresentar determinadas características estilísticas.
Predomínio absoluto da imagem, (gravuras, ilustrações, desenhos, etc.), sem texto escrito, ou com textos brevíssimos, que podem ser lidos, ou dramatizados pelo adulto, a fim de que a criança perceba a inter-relação existente entre o "mundo real", que a cerca, e o "mundo da palavra", que nomeia o real. É a nomeação das coisas que leva a criança a um convívio inteligente, afetivo e profundo com a realidade circundante.
As imagens devem sugerir uma situação que seja significativa para a criança, ou que lhe seja, de alguma forma, atraente. A graça, o humor, um certo clima de expectativa, ou mistério são fatores essenciais nos livros para o pré-leitor.
As crianças, nessa fase, gostam de ouvir a história várias vezes. É a fase de "conte outra vez".
Histórias com dobraduras simples, que a criança possa acompanhar, também exercem grande fascínio. Outro recurso é a transformação do contador de histórias com roupas e objetos característicos. A criança acredita, realmente, que o contador de histórias se transformou no personagem ao colocar uma máscara, chapéu, capa, etc..
Podemos enriquecer a base de experiências da criança, variando o material que lhe é oferecido. Materiais como massa de modelar e argila atraem a criança para novas experimentações. Por exemplo, a história do "Bonequinho Doce" sugere a confecção de um bonequinho de massa, e a história da "Galinha Ruiva" pode sugerir amassar e assar um pão.
Assim como as histórias infantis, os contos de fadas têm um determinado momento para serem introduzidos no desenvolvimento da criança, variando de acordo com o grau de complexidade de cada história.
Os contos de fadas, tais como: "O Lobo e os Sete Cabritinhos", "Os Três Porquinhos", "Cachinhos de Ouro", "A Galinha Ruiva" e "O Patinho Feio" apresentam uma estrutura bastante simples e têm poucos personagens, sendo adequados à crianças entre 3 e 4 anos. Enquanto, "Chapeuzinho Vermelho", "O Soldadinho de Chumbo" (conto de Andersen), "Pedro e o Lobo", "João e Maria", "Mindinha" e o "Pequeno Polegar" são adequados a crianças entre 4 e 6 anos.

6 anos a 6 anos e 11 meses
Os contos de fadas citados na fase anterior ainda exercem fascínio nessa fase. "Branca de Neve e os Sete Anões", "Cinderela", "A Bela Adormecida", "João e o Pé de Feijão", "Pinóquio" e "O Gato de Botas" podem ser contadas com poucos detalhes.

Resumo:
Faixa etária
Textos
Ilustrações
Materiais
1 a 2 anos
As histórias devem ser rápidas e curtas
Uma gravura em cada página, mostrando coisas simples e atrativas visualmente
Livros de pano, madeira, e plástico. É recomendado o uso de fantoches
2 a 3 anos
As histórias devem ser rápidas, com pouco texto de um enredo simples e vivo, poucos personagens, aproximando-se, ao máximo das vivências da criança
Gravuras grandes e com poucos detalhes
Os fantoches continuam sendo o material mais adequado. Música também exerce um grande fascínio sobre a criança
3 a 6 anos
Os livros adequados a essa fase devem propor vivências radicadas no cotidiano familiar da criança.
Predomínio absoluto da imagem, sem texto escrito ou com textos brevíssimos.
Livros com dobraduras simples. Outro recurso é a transformação do contador de histórias com roupas e objetos característicos. A criança acredita, realmente, que o contador de histórias se transformou no personagem ao colocar uma máscara.
6 ou 7 anos (fase de alfabetização)
Trabalho com figuras de linguagem que explorem o som das palavras. Estruturas frasais mais simples sem longas construções. Ampliação das temáticas com personagens inseridas na coletividade, favorecendo a socialização, sobretudo na escola.
Ilustração deve integrar-se ao texto a fim de instigar o interesse pela leitura. Uso de letras ilustradas, palavras com estrutura dimensiva diferenciada e explorando caráter pictórico.
Excelente momento para inserir poesia, pois brinca com palavras, sílabas, sons. Apoio de instrumentos musicais ou outros objetos que produzam sons. Materiais como massinha, tintas, lápis de cor ou cera podem ser usados para ilustrar textos.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Escritores

João Guimarães Rosa: Foi um escritor mineiro nascido na cidade de Cordisburgo em 27 de junho de 1908. Morreu aos 59 anos em 1967. Além de escritor também foi médico e diplomata. Seus contos e romances tem como tema e atmosfera central o sertão brasileiro, os acontecimentos e peripécias de seus personagens neste ambiente. O autor é conhecido especialmente pela inovação da linguagem, criando palavras novas através de palavras já existentes, transformando a linguagem popular em linguagem poética e reveladora. Sua grande obra é Grande Sertão Veredas. Escreveu também outras obras importantes, como Sagarana, Primeiras Estórias, Corpo de baile.

Guimarães Rosa vida e obra
 Guimarães Rosa



Machado de Assis: Foi um escritor carioca nascido a 21 de junho de 1839. Morreu aos 69 anos em 29 de setembro de 1908. É considerado por muitos o maior escritor da literatura brasileira, tendo transitado por vários gêneros, como romances, contos, poesia, crônicas, reportagens, dramas e crítica literária. Nasceu em uma família pobre, tendo frequentado escolas públicas e nunca cursou uma universidade. É o pai da literatura realista no Brasil, sendo suas principais obras: Memórias Póstumas de Brás Cubas, Quincas Borba, Dom Casmurro, Esaú e Jacó.

Machado de Assis vida e obra
Machado de Assis

Clarice Lispector: É certamente a escritora de literatura brasileira mais lida entre nós. Clarice nasceu na Ucrânia em 10 de dezembro de 1920 e veio ao Brasil logo em seguida, sendo naturalizada brasileira. Morreu aos 56 anos em 9 de dezembro de 1977. Sua obra se constitui de romances e contos, além de ter escrito artigos de jornal em colunas femininas e poucos livros infantis. Sua literatura é de caráter existencial, introspectivo e filosófico, mostrando com maestria o lado misterioso das coisas mais simples e do cotidiano. Suas principais obras são: Perto do Coração Selvagem (1944), A Paixão segundo G.H. (1964), Uma Aprendizagem ou o Livro dos Prazeres (1969), Água Viva (1973), A Hora da Estrela (1977), Laços de Família (1960).

Melhores escritores brasileiros
Clarice Lispector

Carlos Drummond de Andrade: Foi um poeta mineiro, nascido em Itabira em 31 de outubro de 1902. Faleceu aos 84 anos em 1987. É considerado um dos maiores poetas da literatura brasileira e construiu extensa obra ao longo dos anos de vida. Ficou conhecido pela sua pacata vida de funcionário público, que se colocou em contraste com o poder de sua poesia. Drummond está ao lado dos modernistas, que reivindicaram na poesia os versos livres, sem metro fixo definido e com temática cotidiana. Sua poesia circula entre os temas sociais, existenciais e metafísicos, marcados por uma fina ironia. Quem nunca escutou o verso “E agora José?”. Suas poemas mais conhecidos são os seguintes: Alguma Poesia (1930), Sentimento do Mundo (1940), José (1942), A Rosa do Povo (1945), Claro Enigma (1951), Fazendeiro do ar (1954), Quadrilha (1954), Viola de Bolso (1955), Lição de Coisas (1964), Boitempo (1968), A falta que ama (1968), Nudez (1968), As Impurezas do Branco (1973), Menino Antigo (Boitempo II) (1973), A Visita (1977), Discurso de Primavera (1977), Algumas Sombras (1977).

Melhor poeta brasileiro Carlos Drummond de Andrade
Carlos Drummond de Andrade

Monteiro Lobato: Nasceu em Taubaté (SP) em 18 de abril de 1882 e faleceu aos 66 anos em 4 de julho de 1948. É conhecido pela sua extensa obra “Sítio do Pica-pau amarelo”, sucesso da literatura infantil que se transformou em série de TV. Monteiro Lobato foi lido por várias gerações e continua sendo o maior escritor de literatura infantil. De 1921 a 1947 escreveu a coleção do Sítio do Pica-pau amarelo, composta de 23 volumes. Nesta coleção os livros mais conhecidos são: Reinações de Narizinho, Caçadas de Pedrinho e Emília no país da gramática.

Melhores escritores da literatura brasileira
Monteiro Lobato
Origens da Literatura Brasileira

A literatura brasileira nasceu do encontro de vários fatores, fatores esses políticos, ideológicos e históricos. Para que a literatura brasileira se firmasse ocorreu uma quebra de paradigmas. Rupturas foram feitas como forma de consciência do passado histórico do país. Porém, antes disso, a Carta de Pero Vaz de Caminha representou um marco na literatura feita no Brasil. Através dessa carta houveram as primeiras impressões sobre o país. Até 1627 a literatura era chamada de Literatura de Informação. Nesse tipo de literatura havia a descrição da vida dos índios e seus costumes. A tônica da literatura informativa era a preocupação com o ouro e pedras preciosas encontradas no país. A literatura feita pelos jesuítas também foi signficativa. Houve uma análise mais perpicaz e crítica da realidade brasileira. Anchieta foi um deles. Poeta e dramaturgo se importa em fazer estudos literários. Usava em suas obras o português e o tupi. Já vemos na carreira literária de Gil Vicente o primeiro documento do teatro português. Os autos de Anchieta aqui no Brasil mostravam de forma alegórica e histórica as cenas brasileiras. No século XVII houve um crescimento da historiografia no Brasil surgindo poetas e estudiosos sobre áreas geográficas do país. Houve assim uma valorização do caráter informativo e referencial se baseando ainda na presença da cultura européia no Brasil.

Fonte: http://pt.shvoong.com/humanities/243760-origens-da-literatura-brasileira/#ixzz2SwDQUU6U

terça-feira, 9 de abril de 2013



Conte histórias, leia histórias em voz alta, dê livros bons para as crianças lerem sozinhas. O futuro agradece. O seu, o delas, o da humanidade. 
                                                                                                                        Ana Maria Machado
CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL
 
 
A contação de histórias tem, por vezes, diferentes objetivos em relação à leitura de uma história e por isso deve levar em consideração todos os fatores que podem interferir positivamente ou negativamente no processo da contação. Para as crianças, ouvir histórias na infância leva à interiorização de um mundo de enredos, personagens, situações, problemas e soluções, que proporciona às crianças um enorme enriquecimento pessoal e contribui para a formação de estruturas mentais que lhes permitirão compreender melhor e mais rapidamente não só as histórias escritas como os acontecimentos do seu dia -a -dia. A partir de histórias simples, a criança começa a reconhecer e interpretar sua experiência da vida real.
Atualmente, com a crescente competitividade e necessária inserção no mercado de trabalho, as famílias não tem tido tempo suficiente para se dedicarem aos filhos. Por isso, a maioria das crianças não tem oportunidade de ouvir histórias no seio familiar. Cabe à escola e principalmente a fase da Educação Infantil, assegurar que lhes não falte essa experiência tão enriquecedora e tão importante para a aprendizagem da leitura.
Algumas dicas para um bom contador de histórias.
* A escolha da história deve ser feita previamente, de acordo com a faixa etária a ser atendida. Contudo, um bom contador de histórias tem que saber adaptar-se ao público. Esse ajuste é feito ao vivo, de uma forma rápida e quase imperceptível.
* Se a assistência se distrai, há que mudar o relato, abreviando o enredo, introduzindo novas peripécias, criando suspense. Se a assistência se mostra fascinada, vale a pena prolongar o efeito e ir adiando o desfecho.
*A mesma narrativa terá de apresentar cambiantes conforme a idade das crianças e as características dos vários grupos.
Sugestões de atividades
* Conte sobretudo histórias que conheça bem e de que goste.
* Identifique previamente os acontecimentos-chave para os apresentar de forma clara e sugestiva.
* Conte a história como se estivesse a vê-la desenrolar-se por cenas.
* Ensaie em casa, em frente ao espelho, ou diante de pessoas que lhe possam dar um feedback.
* Observe as reações das crianças enquanto conta a história para poder fazer os ajustes necessários. Pode, por exemplo, aligeirar uma situação se as crianças estão assustadas ou torná-la mais dramática para envolver emocionalmente os ouvintes.
* Sempre que possível envolva as crianças no relato.
* Se as crianças exigirem que torne a contar a mesma história, deve considerar que a atividade foi um êxito.
Como envolver as crianças no relato
* Pedir às crianças que:
- repitam frases;
-façam os gestos adequados para sublinharem a ação;
- emitam os sons que a história refere (vento, bater à porta, etc.).
* Suscitar antecipações, perguntando: O que é que acham que vai acontecer a seguir?
* Suscitar o reconto em grupo, sobretudo com os alunos mais velhos.
Como suscitar o reconto em grupo
* Um ou dois alunos ajudam o educador.
* A história vai sendo contada pelas crianças e o Educador só interfere quando necessário.
* As crianças contam a história em grupos de dois ajudando-se mutuamente.
* Uma turma conta a história a outra turma.
* Cada criança escolhe o momento preferido e conta-a em pormenor acrescentando o que quiser.
* As crianças são convidadas a contar a história muito rapidamente e referindo apenas o essencial.
Contar histórias é uma arte. Muitas pessoas têm um dom especial para esta tarefa. Mas isso não significa que pessoas sem esse dom excepcional não possam tornar-se bons contadores de histórias. Com algum treinamento e alguns recursos práticos qualquer pessoa é capaz de transmitir com segurança e entusiasmo o conteúdo de uma história para pequenos.

segunda-feira, 8 de abril de 2013


Literatura Infantil



Cinco fábulas da África
Temas: Dia Nacional da Consciência Negra, fábulas africanas
Coleção: África


Esperança aprende a voar
Temas: desejo, sonho, esperança, natureza
Coleção: Palavrinhas de açúcar


Peripécias da raposa no reino da bicharada
Temas: Ética, cidadania, amizade, tradições populares
Coleção: Fábulas do Brasil em cordel


Querer, ser, term, dever: o que se deve fazer?
Temas:Direitos, deveres, educação, família, solidariedade
Coleção: O mundo à minha volta


Uma aventura na cidade
Temas: Relações familiares estruturantes, amizade, mistério, aventura, criatividade
Coleção: Uma aventura


Esdrúxulas, graves e agudas, magrinhas e barrigudas
Temas: Gramática, acentos gráficos, regras de acentuação, divisão silábica, iniciação à fonética, fonologia, morfemas, poesia


As consultas do Dr. Serafim e a bronquite da Senhora Adriana
Temas: Introdução ao estudo de onomatopeias, a importância da pontuação, iniciação aos fonemas, comunicação escrita, oralidade

Guga e Léo em busca da poção fantástica
Temas: Relações familiares estruturantes, afetividade, cumplicidade, solidariedade, fantasia, ética — consciência e responsabilidade, imaginário infantil, diversidade cultural
Coleção: Ideias em HQ


Yaguarãboia – A mulher onça
Temas: Surgimento da Yaguarãbóia, crenças, cultura indígena
Coleção: Aldeia


Passarim de barros
Temas: Manoel de Barros, infância, biografia
Coleção: Vida em obra


Conversa com Versos
Temas: Poesia, lúdico, animais
Coleção: Viajando em versos


Samburá de lendas
Temas: Lendas da região norte
Coleção: Fabulendas


Ciranda do Pantanal
Temas: Meio ambiente, fauna
Coleção: Palavrinhas de açúcar


O meu primeiro livro
Temas: a criança e o livro, o livro como instrumento de aprendizagem, memória afetiva
Coleção: Palavrinhas de açúcar


O ciclo da água
Temas: Água, ensinamentos, incentivo a reflexão, brincadeiras (lenga-lenga, música, teatro)
Coleção: O ciclo


O ciclo do ovo
Temas: Alimentação saudável, nutrição, vida rural, tecnologia de alimentos, brincadeiras (lenga-lenga, música, teatro)
Coleção: O ciclo

O ciclo do leite
Temas: Alimentação saudável, nutrição, vida rural, tecnologia de alimentos, brincadeiras (lenga-lenga, música, teatro)
Coleção: O ciclo
O ciclo do arroz
Temas: Alimentação saudável, nutrição, vida rural, tecnologia de alimentos, brincadeiras (lenga-lenga, música, teatro)
Coleção: O ciclo


Onde está o Mi?
Temas: Educação musical (sistema tonal), gêneros musicais (folclore, ópera, samba, rock, erudito, fado, pop, valsa, rap, blues, jazz), a importância da harmonia
Coleção: Mundo de histórias


Onde acaba o arco-íris?
Temas: Meio ambiente, pluralidade cultural (respeito ás diferenças e tolerância racial), características climáticas, percepção visual (cores, formas, texturas), brincadeiras improvisadas
Coleção: Mundo de histórias

Como passa o tempo?
Temas: Tipos de relógio (de parede, de pêndulo, eletrônico, de corda, cuco, digital, despertador, de areia, de bolso, de pulso, de axeite, de sol, de água), brincadeiras infantis
Coleção: Mundo de histórias


A zebra ZezéTemas: Diversidade cultural, relações familiares estruturantes, meio ambiente
Coleção:Palavrinhas de açúcar
O elefante diferente (que espantava toda gente)
Temas: Anatomia animal, diversidade cultural, comportamento, amizade, cumplicidade
Coleção: Viajando em versos

O dia em que a barriga estourou
Temas: Alimentação saudável, riscos da obesidade, benefícios da dieta balanceada e dos exercícios físicos, prevenção de doenças

O dia em que a mata ardeu
Temas: Consciência ecológica, ética, educação ambiental, ciclos naturais, fauna
 

O dia em que o mar desapareceu
Temas: Consciência ecológica, ética, educação ambiental, ciclos naturais, vida marinha

O livro dos trava-línguas
Temas: ética, cotidiano, trabalho e consumo, pluralidade cultural (convivência entre os diferentes), solidariedade, tópicos de língua portuguesa – o texto é recheado de onomatopeias engraçadas, rimas e há o discurso direto e indireto

O primeiro dia de escola
Temas: Relacionamento entre irmãos, reminiscências familiares, solidariedade, cumplicidade
Coleção: Palavrinhas de açúcar


A melhor motorista do mundo
Temas: Relações familiares, regras e noções de segurança no transito, respeito aos idosos
Coleção: O mundo à minha volta


Figuras figuronas
Temas: Introdução ao estudo da geometria pelo viés do cotidiano. Estímulo ao desenvolvimento de habilidades e competências, tais como a percepção espacial. Cognição. Poesia
Coleção: Viajando em versos


O livro das Advinhas
Temas: brincadeiras, jogos de adivinhar, prática linguística, observação, educação visual, raciocínio lógico-dedutivo

A Mão Que Conta História
Mão que conta história
Temas: A importância de contar histórias, O uso da imaginação para resolver problemas, Respeito às diferenças
Coleção: Palavrinhas de açúcar

Com a Noite Veio o Sono
Com a Noite Veio o Sono
Temas: Lendas e histórias indígenas, Ritmos da natureza, Tradição oral
Coleção: Aldeia

Feminina de Menina, Masculino de Menino
Feminina de Menina, Masculino de Menino
Temas: Diferenças sexuais e comportamentais, Respeito e convivência com as diferenças
Coleção: Palavrinhas de açúcar

Lá Vem o Luís
Lá Vem o Luís
Temas: Brincadeiras, Desenvolvimento infantil, Infância, Nascimento, Relações familiares
Coleção: Palavrinhas de açúcar

O Menino Que Não Era Luis Augusto
O Menino Que Não Era
Temas: Descoberta de idêntidade, Esteriótipos, Infância
Coleção: Palavrinhas de açúcar

Pois é Seu Noé!
Pois é Seu Noé!
Temas: Diversidade cultural, Humor, Meio ambiente
Coleção: Palavrinhas de açúcar

Quem Comeu as Historinhas?
Quem Comeu as Historinhas?
Temas: Esteriótipos, Fantasia, Mistério, Preconceitos
Coleção: Palavrinhas de açúcar

Traços Traçados
Traços Traçados
Temas: Aquisição da escrita e da leitura, Jogo de palavras, Paralelo entre textos e imagem, Trava-línguas
Coleção: Palavrinhas de açúcar

Aves Musicais
Aves Musicais
Temas: Curiosidades sobre os instrumentos musicais, Diálogo entre texto e imagem, Música
Coleção: Palavrinhas de açúcar

Dona Zulmira Vai ao Circo

Dona Zulmira Vai ao Circo
Temas: Lazer e diversão, Revisão de valores
Coleção: Palavrinhas de açúcar

Futebol da Bicharada
Futebol da Bicharada
Temas: Competição, Diversidade de tipos de textos, Organização para diferentes tipos de tarefas
Coleção: Palavrinhas de açúcar

Minha Chupeta Virou Estrela
Minha Chupeta Virou Estrela
Temas: Fantasia, Relações familiares, Substituição de prazeres, “abandono” da chupeta
Coleção: Palavrinhas de açúcar

O Que Levar Para Uma Ilha Deserta
O Que Levar Para Uma Ilha Deserta
Temas: Descobertas, Escolhas, Imaginação, Prioridades
Coleção: Viajando em versos


Por Que a Lua Só Tem Luz Fria
Por Que a Lua Só Tem Luz Fria
Temas: Conhecimento de outras culturas, Convivência e tolerância ao outro, Dificuldade em compartilhar, Lendas de outros países, Valores
Coleção: Palavrinhas de açúcar


Será Que Bicho Tem Nome?
Será Que Bicho Tem Nome?
Temas: A construção da identidade, A origem dos nomes, Vida no campo
Coleção: Palavrinhas de açúcar


Fonte: http://www.leyamais.com.br/?page_id=28